a miar desde 2005
Teresa Alves

Qua, 16/05/12


#portugal .hoje {

presidente: lower-case;

primeiro-ministro: pointer;

alemanha: top;

angola: right;

china: left;

portugal: bottom;

ditadura: no-repeat !important

}

 

#tristeza_minha .hoje {

quem-manda: 'Bookman Old Style', Lobster, serif;

quem-contramanda: Casual, 'American Typewriter', serif;

quem-desmanda: Eurostil, Capitals, 'Bank Gothic', serif;

quem-estuda: Consolas, 'Comic Sans MS', sans-serif;

quem-trabalha: Corbel, Rationale, sans-serif;

quem-emigra: Futura, Optima, sans-serif;

quem-envelhece: 'Book Antiqua', Impact, sans-serif

}

 

#crise .povo .hoje {

total: 100%;

sempre-safos: 5%;

com-conforto: 10%;

atrapalhados: 25%;

aflitos: 40%;

na-merda: 20%

}

 

#ir_mais_longe {

estudar-mais,

trabalhar-mais: 0;

estudar-melhor,

trabalhar-melhor: 100%;

entreajuda: underline

}


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Gato Vadio

Dom, 13/05/12


Lisbon Sky

A experiência não foi agradável. Passava dos trinta graus numa Lisboa que de tão chuvosa e fria até há poucos dias, anda desabituada de sábados com este calor. O céu estava fechado de nuvens e era como andar sob uma estufa sufocante. A dada altura abriu e o sol directo era insuportável. Para não variar, o preço da água era ridículo.

 

Apenas a teimosia obrigava a percorrer pavilhões repetitivos e vazios de sentido contextual. Alfarrabista a vender a cinco euros numa ponta e livros antigos a um euro na outra foram alguns pontos de interesse. A porto editora (minúsculas propositadas) decidiu meter os livros em cestos-mesa de metal como os do lidle. Título bem, título de pernas para o ar, título bem, título de pernas para o ar... Não há pachorra. Mas é um entretenimento para as pessoas que querem fácil e barato. Parecia mesmo uma feira, embora não propriamente no bom sentido do termo.

 

Falho sempre em deixar-me surpreender pela constatação do caos maior onde era suposto encontrar honestidade e ergonomia. E eu já estava de bigodes caídos até ao chão quando cheguei à minha paragem preferida, o Instituto Piaget onde comprei isto :-)

 

moment

 

No fim começou a ouvir-se o fado. O palco estava de costas para o Marquês e o fim de tarde convidou a um momento de descanso. Espreguicei-me. Estendi-me ao comprido. E foi então que topei este incrível céu.

 

Lisbon Sky

Podia ter levado a máquina fotográfica que, não sendo melhor que o telemóvel quando há luz, é muito melhor quando a noite começa a cair. Mas dá para perceber a sensação de estar deitado na relva com este céu mesmo por cima.

Mais umas quantas no sítio do costume.



Teresa Alves

Dom, 29/04/12


 

Muito tenho queimado as pestanas de volta do WordPress. Sem entender o todo, as soluções parciais vão ficando sem indexação que as devolva se novamente precisas. Mas teimosa como uma porta fechada, lá ando de volta do php para alterações ligeiras no html e aos poucos vou compreendendo o todo da coisa.

 

Tanta conversa para anunciar (upa upa) que o site já tem um layout decente e que agora só falta publicar alguns trabalhos de estimação antigos ;-)

 

Há uns anos quando me cruzei com o WordPress, achei que era demasiado complexo. Fiquei triste por não me achar capaz. Mas arregacei mangas e procurei outras abordagens. E hoje estou cheia de endorfinas com isto :-p

 

 

Post scriptum: Depois um ligeiro acerto fez que terminasse assim :-)

 

 

Post scriptum posterĭōris: Eram as minhas cores mas havia ali qualquer coisa que não batia certo. Mas assim já bateu. Até ver.

 



Gato Vadio

Qua, 25/04/12


25 de Abril 2012

 

Havia pick-nick no Carmo a partir do meio dia mas arrastei-me preguiçosamente e fiz-me aos quintais já passava das duas da tarde.

 

Beijinhos e abraços, Há quanto tempo, Cá estamos, Bora lá. E desata a chover.

 

Chamam-lhe chuva-molha-parvos por ser miudinha e serem alguns parvos por acreditar ser coisa pouca. E parvos não faltavam.

 

Havia-os de preto com bandeiras;
havia-os de cor-de-rosa com tambores;
havia-os com bandeiras às riscas de todas as cores do arco-íris;
E gaitas de foles, tambores, altifalantes.
Bandeiras, cartazes e lonas.
Mascarados, brancos e pretos.
Novos e velhos.
E até amigos de quatro patas que os donos não deixaram em casa e foram todos aproveitar o passeio.

 

Cada grupo gritava as suas palavras de ordem. Sobre a maternidade alfredo da costa, a troika e o desemprego. O costume. Sentia-se um não-sei-quê de gasto. Mas subitamente ganhei o passeio: Uma cover de uma música de António Variações, com a letra adaptada à actualidade:

Quando o governo não tem juízo

E gasta muito mais do que é preciso

O povo é que paga

O povo é que paga!

Deixa-o pagar, deixa-o pagar

(tcharap-tap ta-ra, tcharap-tap ta-ra)

Se estás a gostar...

 

Cheguei ao Rossio encharcado até aos ossos e bigodes colados ao pêlo. Chovia sem tréguas havia mais de três horas e a chegada foi para a maioria a hora de desmobilizar. E eu também fui.

 

25 de Abril 2012(click para ver imagens)



Erva Daninha

Qua, 25/04/12




Gato Vadio

Seg, 09/04/12


...e acendemos a luz que isto já é quase Verão :-)

 



Teresa Alves

Sab, 07/04/12


Demora uns segundos a carregar e tem a música ligada, mas isso não invalida o impressionante exercício de escala. Scroll para zoom in e zoom out. Enjoy :-)

 

(clique na imagem para aceder)



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